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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

As faces de Scarface



A análise dos filmes de gângsteres Scarface - A vergonha de uma nação e Scarface, com base no modelo da Jornada do Herói (Christopher Vogler), mostra que, em termos de estrutura narrativa, as obras guardam mais semelhanças do que diferenças entre si, o que confirma o processo de remake realizado pelo diretor Brian de Palma, em 1983. Por outro lado, as particularidades se referem especialmente ao uso de alguns recursos técnicos, perfil dos personagens e abordagem da criminalidade, fatores que podem ser explicados, em grande parte, pela própria diferença de duração e de contexto histórico dos filmes. Scarface - A vergonha de uma nação é de 1932 e possui cerca de 1h30. Já Scarface, do ano de 1983, tem duração aproximada de 2h50. Enquanto o primeiro trata da criminalidade durante a Lei Seca nos Estados Unidos da década de 1920, este destaca o tráfico de drogas nos anos de 1980 tendo como cenário o território estadunidense no período da Guerra Fria.

Em termos de estrutura narrativa, as fases da jornada do herói se apresentam de forma semelhante nas duas histórias, com conteúdos, ordenamento e transições similares. As exceções são a etapa do Encontro com o Mentor que, em 1932, diferentemente da versão de Palma, ocorre antes do Chamado à Aventura, e a própria fase do Chamado. Enquanto este momento se mostra bem marcado na versão de 1983, com o convite feito a Toni Montana para a arriscada negociação com os colombianos, no original essa etapa se mostra mais superficial, não específica. Isso, pois o convite feito por Lovo a Toni Camonte para negociar com os dissidentes da gangue sul acontece no momento em que o gângster já se encontra melhor inserido na aventura, praticamente no mundo especial.

No que diz respeito à duração das fases narrativas, os contrastes devem-se à própria diferença de duração dos filmes, como já citado. Nesse sentido, as diferenças implicam, naturalmente, no uso distinto do tempo para enfatizar determinadas etapas da história ou aprofundar-se na condução de certos personagens. Assim, por exemplo, o estágio referente ao Caminho de Volta desenvolve-se de forma mais duradoura e com mais implicações dramáticas na versão de 1983, assemelhando-se a uma nova fase de Testes, Aliados e Inimigos. Já na versão de Hawks, essa etapa se desenvolve de forma mais rápida, funcionando como uma breve transição entre a Recompensa e a Ressurreição. Ainda no que diz respeito aos personagens, Manny e Elvira de Scarface, por exemplo, detêm mais ações na narrativa e desenvolvem mais aspectos de sua personalidade do que Guido e Poppy na produção de Hawks.

Em termos de recursos técnicos, ambas as produções seguem uma narrativa clássica, com montagem predominantemente linear e câmera objetiva que tem o protagonista como foco na maior parte do tempo. Há o uso estratégico de primeiro plano e close para dar destaque às expressões e reações dos personagens em momentos de tensão e suspense. Enquanto no preto e branco de Hawks os elementos da morte, violência e criminalidade são especialmente representados por recursos de iluminação, com o jogo de luzes e sombras em ambientes internos e noturnos, na produção de 1983 são as cores fortes, como o preto e o vermelho, que adquirem um valor simbólico associado à temática dos gângsteres. O registro excessivo e realista do sangue em Scarface, por exemplo, dá lugar a uma apresentação menos gráfica das feridas em 1932, com planos mais afastados em situações violentas. Talvez de forma a suavizar a agressividade das cenas e atender aos padrões da censura cinematográfica. Ainda, se na obra original a trilha sonora musical é praticamente descartada, sendo substituída por efeitos sonoros de tiros, metralhadoras, movimentos de carros e assobios, no remake os recursos musicais são diversificados para representar as diferentes etapas narrativas e também a condição íntima dos personagens.

Com respeito aos gângsteres, personagens centrais da análise, a vida pregressa apresenta-se de forma semelhante em ambos os filmes. Em Scarface - A vergonha de uma nação um crime ocorrido nas primeiras cenas já oferece indícios de criminalidade referentes à vida do protagonista. Em Scarface a narração inicial do cenário político entre Estados Unidos e Cuba também cria expectativas em relação ao refugiado imediatamente apresentado. Ainda que Tony Camonte e Tony Montana rebatam as acusações iniciais que lhes são feitas, tão logo a história avance os indícios tornam-se fatos e são estabelecidos a personalidade e anseios que os protagonistas irão assumir ao longo de toda a jornada.

Os personagens detêm aspectos físicos similares. Estrangeiros, possuem estatura semelhante, têm pele clara, cabelo, olhos escuros e uma cicatriz na face esquerda. Ambos falam muito e de forma articulada. Em termos psicológicos, são irônicos, destemidos, ambiciosos, violentos, frios e determinados. Compreendem-se autossuficientes e capazes de vencer sem a ajuda de outros. Têm um relacionamento conflituoso com a família, principalmente pelo ciúme excessivo que sentem da irmã. No campo afetivo, também não enfrentam relações satisfatórias. No romance mantêm uniões instáveis e têm como amigo apenas um aliado que, ironicamente, irá sucumbir sob seu próprio jugo ao final. Como aspecto moral, ambos dão valor ao compromisso e à importância de se honrar a palavra, aspecto especialmente destacado em Tony Montana. E na mesma medida em que são traídos e confrontados, também buscam a vingança.

Apesar das semelhanças, alguns traços psicológicos, morais e de relacionamento definem importantes particularidades para cada anti-herói. Montana demonstra um nível de sensibilidade que é praticamente imperceptível no perfil de Camonte. Apesar de toda a truculência e destemor, Tony Montana revela um lado mais humano no trato com a família, apesar de não menos intenso, e demonstra preocupação com a vida de inocentes. Na maior parte das vezes mata em situações críticas, quando a ação mostra-se questão de defesa da honra ou da própria vida. Já Camonte, mais esquemático, demonstra uma frieza praticamente constante, com exceção do momento em que enfrenta a morte da irmã. Sarcástico ao extremo, o personagem parece se divertir diante dos riscos e, diferentemente de Montana, parece matar de forma antes despropositada, como impulsionado por prazer ou compulsão. Exemplo disso são os diversos assassinatos de membros da Zona Norte e o massacre de São Valentin. A morte dos adversários é vista pelo personagem como apenas mais uma etapa em sua busca pelo poder.



Ainda, a decadência do personagem em Scarface apresenta-se de forma mais explícita e gradual do ponto de vista físico, psicológico e moral. O vício nas bebidas e drogas, a obsessão pelo poder e riqueza, o ciúme pela irmã e os desentendimentos com Elvira e Manny, por exemplo, atribuem ao personagem uma demência gradativa que parece arrastá-lo irresistivelmente ao descontrole de si mesmo e à derrota diante do inimigo. Por outro lado, a narrativa de Hawks não destaca esses aspectos. Camonte alcança a etapa final mais íntegro físico e psicologicamente, demonstrando apenas ligeiro abalo pela morte de Guido. A sensação é de que o personagem enfrentou menos conflitos e foi afetado por estes de maneira mais superficial. Tony Montana revela-se assim um personagem mais complexo e paradoxal, o que o torna, consequentemente, mais interessante e imprevisível na narrativa e, finalmente, mais próximo à realidade do homem cotidiano.

A morte dos gângsteres, em ambos os casos, é a concretização do fracasso do anti-herói após a ascensão e o apogeu pela riqueza e prestígio. Tanto Tony Camonte quanto Tony Montana sucumbem diante do inimigo, quando são contemplados de maneira irônica pelos dizeres “O Mundo É Seu” em uma forma de coroamento trágico do mundo na criminalidade. Ao decorrer do enfrentamento com a polícia, a morte de Camonte guarda um tom moralizante que atende às exigências da censura na época do filme. O fim do criminoso pelas mãos das autoridades garante certa sensação de punição, ainda que tardia, e retorno ao equilíbrio, o que responde aos intertítulos introdutórios do filme com a indagação da sociedade pelo combate à marginalidade. 

Já a destruição de Montana assume aspectos contrários em termos de narrativa e moralidade. Do ponto de vista narrativo, a partir do momento em que Montana encara na etapa final um perigoso inimigo, com resistência e aparente equilíbrio de forças, a condução da fase da ressurreição gera mais imprevisibilidade e, assim, garante mais suspense. A longa sequência final na mansão de Montana, as vitórias e derrotas parciais do protagonista e o uso de montagem alternada são exemplos que contribuem para esse aspecto. Ainda, ao apresentar a derrota de um gângster pelas mãos de outro, a sensação ao final da narrativa é de impunidade, caos, negativismo. Em termos morais, a criminalidade não é combatida, apenas reforçada em um dos lados.

Apesar de todas essas variações entre os filmes, a causa primeira na morte dos gângsteres assemelha-se pela ironia. Ainda que marcados por uma vida de ilegalidade, tanto Tony Camonte quanto Tony Montana são vencidos por sombras que não representam os frutos diretos de tal criminalidade. Camonte é finalmente rendido pela polícia após sucumbir ao ciúme extremo pela irmã e assassinar o melhor amigo. Montana é fatalmente acuado pelos homens de Sosa após negar-se a matar inocentes, descontrolar-se pelo uso das drogas e fragilizar-se com o assassinato do melhor amigo. Assim, ciúme, violência, impulsividade, vício e fraqueza causam a queda dos anti-heróis. Resultado trágico de uma vida de excessos.

Em uma visão geral, a construção dos personagens em ambos os filmes confirma as características clássicas do gênero gângster. Os dois são personagens urbanos, estrangeiros nos Estados Unidos, com o desejo de mudarem de vida. Enfrentam as adversidades com a busca determinada pela riqueza e poder, estabelecem relações de poder e confiança, criam suas próprias leis e, após a recompensa conquistada no submundo, encontram um desfecho trágico. Também, Camonte e Montana mostram-se produtos do contexto social na medida em que se constroem em meio à inexistência de leis, corruptibilidade e ineficiência das autoridades públicas no combate à criminalidade. De forma conclusiva os personagens são, em essência, um reflexo do homem comum. Analisá-los é ampliar o entendimento do gângster em sua generalidade. Compreender o contexto em que se inserem é compreender a própria realidade capaz de resultar em tantos outros de mesmo perfil. 

Finalmente, como resultado da análise com base na Jornada do Herói, cabe destacar que tal modelo mostrou-se válido, ao atender generalidades da produção narrativa; prático, ao sugerir referências de análise; e eficiente, ao possibilitar uma compreensão ampla dos objetos propostos, tanto de forma isolada como comparativa. Da mesma forma, a consideração de conceitos sobre a linguagem cinematográfica e o personagem de ficção, a partir de outros autores, garantiu um exercício mais detalhado de percepção dos objetos, contribuindo para o resultado final.

A análise possibilitou não apenas compreender a construção do gângster em duas narrativas específicas, mas ampliou a visão geral do cinema enquanto linguagem ao demonstrar de forma sistemática sua capacidade de contar histórias, transmitir sentidos, construir e conduzir personagens. 

Por Rafaella Arruda
(Trecho adaptado a partir do trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de Jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH) - Dez/2012. "A construção do gângster na narrativa cinematográfica: as faces de Scarface a partir da Jornada do Herói")

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Clássicos em cartaz

Importantes obras do cinema mundial exibidos no Cine Humberto Mauro
Já imaginou ter a oportunidade de rever grandes clássicos da sétima arte, dos mais variados gêneros, nacionalidades e épocas, em uma sala de cinema e com entrada franca? E ainda com a participação de especialistas ao final de cada sessão? É essa a proposta da Mostra de História Permanente do Cinema do Cine Humberto Mauro, localizado no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Todas as quintas-feiras, a partir das 17h, obras decisivas do cinema são revisitadas nos telões e na sala escura. Sempre comentadas por pesquisadores, críticos e professores.

A Mostra, exibida no Palácio das Artes desde 2010 e programação rotineira de cinéfilos, foi inspirada em sessão de mesmo nome realizada pela Cinemateca Portuguesa. De acordo com o gerente de programação do Cine Humberto Mauro e também crítico e professor de cinema, Rafael Ciccarini, 32 anos, a participação de comentaristas, incluída a partir de agosto de 2011, tem o intuito de acrescentar valor ao projeto, adequando-se à política de formação do Cine Humberto Mauro. A ideia é que, uma vez terminado o filme, o público possa ouvir sobre ele e estender aquela experiência, com a possibilidade de relacionar informações ao que já foi dito em exibições anteriores. “O público que freqüenta a Mostra vai acumulando esse conhecimento e acaba, mesmo que lentamente, se formando na história do cinema”, destaca Rafael.


Crédito: Paulo Lacerda
Para o gerente de programação do Cine Humberto Mauro, Rafael Ciccarini, os comentários auxiliam na formação do público.

Riqueza pela diversidade

Os filmes presentes na Mostra não seguem uma linearidade de datas ou tendências, uma vez que não há a preocupação de se obedecer a um ordenamento, dada a reconhecida importância de todas as produções. Entre elas, obras realizadas até a década de 1980, norte americanas, brasileiras e europeias, dos gêneros drama, faroeste, terror e comédia, entre outros. Segundo Rafael Ciccarini, a proposta é exatamente demonstrar a riqueza e diversidade da história do cinema, destacando como ela é complexa e contraditória em si. Portanto, dificilmente passível de linearização. O gerente de programação explica ainda ser desnecessária a exibição sequenciada, pois pode transmitir ao público a ideia de que, uma vez perdida alguma sessão, não se torna mais possível assistir a outra: “Não há isso. A pessoa pode ir a um filme, faltar e voltar no outro. Ao mesmo tempo tenta-se achar elos, mesmo que esses se deem por contrariedades.”

Produções como o clássico do terror O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, de 1968, e a animação Branca de Neve e os Sete Anões, de 1937, exibidos na Mostra, demonstram a diversidade do projeto e sua capacidade de atender diferentes espectadores. Além dos filmes individuais, a Mostra de História Permanente do Cinema exibe também sessões especiais que atraem grande atenção do público. Como exemplo, Rafael Ciccarini destaca a Trilogia do Silêncio com produções do cineasta sueco Ingmar Bergman exibidas em uma única quinta-feira durante o mês de setembro. Na ocasião, os filmes Através de um Espelho, de 1961, Luz de Inverno e O Silêncio, ambos de 1963, foram comentados pelo escritor e ensaísta Mário Alves Coutinho. Outra sessão exibida em outubro, com comentários do próprio Rafael Ciccarini, foi o especial O Jovem Kubrick, com filmes dirigidos e escritos pelo cineasta norte americano Stanley Kubrick na década de 1950: A Morte Passou Perto, O Grande Golpe, e Glória Feita de Sangue.

Sessões comentadas
A dinâmica dos comentários após as sessões busca distanciar-se do clichê, do lugar comum de análise dos filmes. Os comentaristas são escolhidos pelo interesse e conhecimento que possuem sobre a obra, tema ou diretor, e devem transmitir um pensamento original sobre o assunto. A proposta é falar de cinema, sobre a forma como o diretor aborda tal temática e o que o filme possui de transgressor em termos de linguagem cinematográfica, por exemplo. Um dos especialistas convidados da Mostra no mês de setembro foi o jornalista e crítico de cinema, Marcelo Miranda, 30 anos. Ele esteve presente durante a exibição de O Franco Atirador, produção de 1978 dirigida por Michael Cimino. Destacou aspectos técnicos, tendências do diretor e também estabeleceu paralelo com outras produções. Para Marcelo Miranda, dada a proposta do Cine Humberto Mauro de possibilitar ao público construir um conhecimento menos ditado pela indústria cinematográfica, a Mostra de História Permanente do Cinema é fundamental e muito coerente. “Ela viabiliza formadores de opinião, permite reflexão. O comentário após as sessões é essencial, porque compartilha experiência, o que torna a sessão ainda mais imperdível”, declara o crítico.

Ainda para o jornalista e professor de cinema Nísio Teixeira, 41 anos, também presente à Mostra para o comentário do filme norte americano Johnny Guitar, de 1954, a experiência foi muito válida. Para ele, “a iniciativa é muito boa porque ajuda a criar público e a envolver mais pessoas com o cinema”. Esse é, segundo Rafael Ciccarini, um dos principais objetivos das exibições. A tendência que se percebe é de pessoas que sempre retornam às sessões com novas percepções e questionamentos. “Quem gosta de cinema vai se fascinando, quer buscar mais. A pessoa sai de lá e vai assistir a obras citadas, atores e diretores, vai concordar, vai discordar. Isso é muito comum”, explica Rafael.

Um destes espectadores sempre presente à Mostra é o porteiro Salvador Pires, 60 anos. Para Salvador, que confessa preferir os filmes antigos por terem mais qualidade e expressão no cinema, como são os exibidos no Cine Humberto Mauro, os comentários após as sessões são uma grande oportunidade de aprendizado: “Aprendemos e vemos o filme com mais qualidade”, admite. De acordo com o crítico de cinema Jefferson Assunção, 23 anos, também frequente às sessões e responsável pelos comentários sobre o faroeste norte americano No Tempo das Diligências, de 1939, exibido em setembro, a iniciativa vale pela difusão dos filmes, além de fazer o público pensar e acrescentar conhecimento.

A Mostra de História Permanente é assim uma importante oportunidade a todos aqueles que apreciam a produção cinematográfica. Uma chance de rever obras consagradas no ambiente mais propício a este tipo de arte: a sala de cinema. Para fascinar-se e refletir.

Mostra História Permanente do Cinema
Dia e Horário: Todas as quintas-feiras, a partir das 17h
Local: Cine Humberto Mauro – Avenida Afonso Pena 1537 Centro – Belo Horizonte
Entrada gratuita com retirada dos ingressos 30 minutos antes das sessões
Informações: (31) 3236-7400 - Site: http://www.fcs.mg.gov.br/


Crédito: Rafaella Arruda
Com entrada franca, o Cine Humberto Mauro exibe todas as quintas-feiras grandes clássicos da 7ª arte.


Cine Humberto Mauro:
Inaugurado em outubro de 1978, o Cine Humberto Mauro dedica-se à formação de público através da promoção regular de mostras, festivais e lançamento de filmes, assim como de cursos de cinema, debates, palestras e seminários relacionados à produção cinematográfica mundial. Além das produções não exibidas no circuito comercial, o Cine Humberto Mauro sedia alguns dos principais festivais da cidade, como o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte, e recebe também exibições e itinerâncias de eventos como INDIE – Mostra de Cinema Mundial; e o CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre. Semanalmente, o Cine Humberto Mauro apresenta ainda dois programas de exibição de vídeos e curtas, o Cineclube Curta Circuito, promovido pela Associação Curta Minas, e a Mostravídeo Itaú Cultural, realizada pelo Instituto Itaú Cultural, ambos com entrada franca.

 Programação Novembro:
Dia 03/11 - A Embriaguez do Sucesso (1957, EUA) – Drama
Direção de Alexander Mackendrick
Comentário: Thiago Macedo

Dia 10/11 - O Pássaro das Plumas de Cristal (1969, Alemanha, Itália) – Suspense
Direção de Dario Argento
Comentário: Flávio Von Sperling

Dia 17/11 - Wheather Diary 1 (1986, EUA) – Documentário
Direção de George Kuchar
Comentário: Lucas Bambozzi


Por Rafaella Arruda